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ALOPECIA ANDROGENICA FEMININA E SENSIBILIDADE A FINASTERIDA

A causa da queda de cabelo feminino é muitas vezes momentânea e às vezes mal diagnosticada. Embora a perda de cabelo comum em mulheres (alopecia androgenética) pareça seguir um padrão de herança poligênica (muitos genes estão envolvidos na causa da alopecia), os cientistas identificaram fortes marcadores associados com a queda de cabelo. Recentemente, descobriu-se que certas variantes do gene receptor de andrógeno (gene AR) em mulheres estão fortemente associadas a um maior risco de desenvolver o padrão feminino para queda de cabelo (Ludwig grau II ou III). O número de repetições CAG do primeiro intron do gene AR está ligado à predisposição a alopecia feminina. 
De acordo com o estudo de Sawaya, 97% das mulheres com menos de 15 repetições CAG apresentaram alopecia androgenética e 2,3% das mulheres com mais de 24 repetições apresentaram esse mesmo quadro. Dessa forma, concluiu-se que quanto menor o número de repetições, maior o risco de desenvolver alopecia, enquanto um maior número de repetições parece conferir uma proteção.
Considera-se que a sensibilidade do receptor de andrógenos para andrógeno é afetada por esses polimorfismos genéticos. Diversos estudos analisaram a correlação entre o efeito terapêutico da Finasterida e o número de repetições de CAG no gene AR. Os resultados demonstraram que há um melhor efeito terapêutico da Finasterida para a AAG (alopecia androgenética) nos casos em que as repetições de CAG eram curtas (13 a 24 repetições)

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